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À Procura do Impossível trata-se dos momentos nos quais me lembro que, por trás do cotidiano, existem coisas incríveis.

B.W Riccardo


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O Reino como um Abrigo

“E dizia: A que assemelharemos o reino de Deus? ou com que parábola o representaremos?
É como um grão de mostarda, que, quando plantada, é a menor semente de todas.
No entanto, plantada, ela cresce e se torna a maior de todas as hortaliças, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra".
Marcos 4:30-32




É em Marcos 4.32 que encontramos uma das mais fascinantes definições sobre o Reino de Deus. É a ideia do Reino como um abrigo o que há de bom de mais para ser mais que parábola, porque onde existir Reino de Deus, ali se cumprirá a escritura que diz que “Deus dá um lar ao solitário” (Salmo 68.6).

O que a principio uma semente minúscula, no futuro “abrigaria”. O que no começo foi uma palavra (ou A Palavra) lançada sobre um, hoje é uma casa para muitos. O que foi um pão, apenas um pão, lançado sobre as águas, agora o curso do rio traz o milagre da multiplicação.

Tão logo o desabrigado (de qualquer tipo que seja) descobre que essa espécie de semente pode vir a ser um abrigo, ele ouve de Jesus o acréscimo de que esse abrigo é para as aves do céu. E certamente alguém não conhece um símbolo maior de liberdade do que as aves do céu (Veja que não são as aves da terra como a galinha e o peru em suas limitações). Ao invés de lhes ser prisão, o Reino é um lar.

Bem ali, na comparação do Reino com a menor das sementes, corremos o risco de nossa interpretação apressada não perceber que Jesus não dá margem a limitação de nossa visão, ao dizer que o Reino se tornaria “a maior das” (Marcos 4:32). Mas infelizmente, para muitos de nós, o maior dos abrigos ainda continua como a menor das sementes.  
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